O mercado de trabalho brasileiro registrou uma criação de 147.358 vagas de emprego com carteira assinada em agosto, de acordo com dados divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Essa é a menor taxa de criação de empregos para o mês de agosto desde 2020, quando o país adotou uma nova metodologia de registro de empregos. Em comparação com o mês anterior, julho, houve uma queda na criação de vagas, passando de 134.251 para 147.358.
O setor de serviços foi o que mais gerou postos de trabalho, com um saldo de 81.002 novas vagas. Já a agropecuária registrou um saldo negativo de 2.665 demissões. A divisão por estados mostrou que 25 das 27 unidades federativas registraram saldos positivos, com São Paulo, Rio de Janeiro e Pernambuco sendo os estados com os maiores saldos. O salário médio de admissão em agosto foi de R$ 2.295,01, com uma variação de 0,56% em relação a julho.
Os números fazem parte do Novo Cadastro Geral da Empregados e Desempregados (Caged), que é um dos principais termômetros do emprego no Brasil. O acumulado de 12 meses, de setembro de 2024 a agosto de 2025, registrou 1.438.243 vagas, menor que o saldo observado no mesmo período para o ano passado. O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, havia adiantado que o saldo seria positivo, mas abaixo do ritmo de crescimento anterior.
A criação de empregos em agosto é um indicador importante para o mercado de trabalho brasileiro, e os números mostram que o país ainda está crescendo, embora em um ritmo mais lento. É importante notar que a taxa de juros alta pode estar afetando o crescimento econômico, como afirmou o ministro da Fazenda, Haddad. Além disso, a exclusão de instituições com patrimônio líquido inferior a R$ 5 milhões do sistema do PIX é uma medida importante para combater ataques do crime organizado.
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Fonte: EXAME.COM – [Leia a matéria completa](https://exame.com/economia/brasil-cria-1473-mil-empregos-com-carteira-assinada-patamar-mais-baixo-para-o-mes/)
Fonte: Exame.com



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